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Em Pauta Conjuntura: Corrupção no governo golpista

O Ministro interino da Casa Civil, Eliseu Padilha, é acusado de ter manobrado ilegalmente certificados de filantropia para uma universidade privada em troca de bolsas para apaniguados e contratos para suas empresas.

Também é réu por jogadas com precatórios envolvendo o DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem). Como Ministro dos Transportes, valeu-se de um acordo extrajudicial para repassar R$ 2,3 milhões a uma empresa gaúcha.

Foi condenado em R$ 300 mil por manter um servidor fantasma.

Estas são apenas algumas das acusações elencadas por Nassif em seu artigo “Xadrez da democracia em transe e dos aprendizes de feiticeiro”.

O artigo demonstra como o futuro do país pode estar se encaminhando a uma ditadura, numa provável tentativa de inviabilizar as eleições de 2018.

O presidente do PT, Rui Falcão, reafirmou em nota o compromisso do partido na luta pelo retorno da Presidenta eleita, Dilma Rousseff, ao poder. A nota vem para desmentir uma série de boatos ventilados pela grande imprensa.

Na última quinta-feira (4 de agosto) o juiz Sérgio Moro compareceu à Câmara dos Deputados e foi questionado pela bancada petista a respeito da seletividade de suas ações no processo da Lava Jato. Paulo Pimenta (PT-RS) e Wadih Damous (PT-RJ) foram os mais acertivos nas críticas.

O colunista Jânio de Freitas conseguiu furar o bloqueio midiático ao escrever o artigo “Processo de impeachment farsante”. O colunista denunciou o cinismo no discurso dos golpistas para afastar a presidenta Dilma.

Já a defesa de Dilma no Senado Federal denunciou um ‘acordão’ para acelerar o julgamento do impeachment. Segundo Humberto Costa (PT-PE) o que está por trás do acordo é o medo de Temer numa possível delação premiada de Eduardo Cunha. “Um acordão que envolve o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que está querendo adiar a cassação de Cunha”, denunciou o senador.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu uma nota criticando a proposta do ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, de resolver os problemas do SUS com a criação de “planos populares”. Para a entidade, a venda desses planos mais baratos “apenas beneficiará os empresários da saúde suplementar e não trará solução para os problemas do Sistema Único de Saúde”.

Já o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) irão à Justiça contra o ministro da Saúde e o governo federal caso a venda de planos de saúde com cobertura reduzida seja autorizada.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, após se reunir com lideranças da oposição, resolveu pedir a cassação do Partido dos Trabalhadores. A proposta foi critica por inúmeros setores democráticos – inclusive de partidos que fazem oposição ao PT, caso do PSOL. A bancada petista na Câmara dos Deputados soltou uma nota de repúdio à proposta, que pode ser lida neste link. A nota ressalta o caráter seletivo e autoritário da proposta.