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Em Pauta Conjuntura: Um novo projeto para o Brasil

Em parceria com a Fundação Perseu Abramo, o Partido dos Trabalhadores iniciou uma consulta pública para construir um projeto coletivo de desenvolvimento para o Brasil. Por meio da plataforma Brasil Que o Povo Quer, disponível na internet (https://brasilqueopovoquer.org.br/), a população pode opinar sobre temas, como soberania nacional, demografia, meio ambiente, tributação, qualidade de vida, integração nacional, e muitos outros.

Em paralelo, os diretórios do PT vão estimular seus militantes a promover uma agenda intensa de debates para ampliar o processo de participação popular. Intelectuais e especialistas em políticas públicas também participarão do processo. A expectativa é que a iniciativa permita apresentar um panorama crítico da situação atual, com soluções para reverter os retrocessos impostos ao país desde o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff.

A plataforma pode ser acessada por computador, tablet ou celular, e o cadastro também pode ser feito pelo Facebook ou Twitter. Depois disso, o usuário pode participar das conversas abertas, que tratarão de diferentes assuntos selecionados pela Fundação Perseu Abramo, concordando ou discordando de opiniões dos demais participantes, ou incluindo suas próprias ideias para os outros opinarem.

É uma oportunidade para que a sociedade diga claramente qual é o Brasil que deseja para os próximos anos. A consulta será feita até o meio do ano que vem e suas conclusões serão levadas à direção do PT, que utilizará as propostas para elaborar um programa de governo feito com a participação de milhões de brasileiros.

O desafio é imenso, mas pode ser facilitado pela história do PT em ouvir a população. De todas as experiências desenvolvidas ao longo de nossos 37 anos, uma das que mais nos orgulha é o Orçamento Participativo, um programa iniciado na gestão petista de Olívio Dutra em Porto Alegre, em 1989. O êxito foi tão grande que a iniciativa inspirou ações semelhantes em várias cidades do mundo. Além disso, foi apontada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das 40 melhores práticas de gestão pública do mundo. Nos municípios brasileiros onde foi implantado, o OP se traduziu em mais asfalto, creches, postos de saúde, áreas de lazer, iluminação e até temas mais complexos, como a implantação do Bilhete Único e priorização de investimentos em Saneamento Básico e diversas obras de infraestrutura.

Segundo a presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, com a plataforma, o PT propõe à população discutir seu futuro de maneira transparente e inclusiva. “Está claro que não podemos deixar isso nas mãos da elite golpista, que em pouco mais de um ano destruiu direitos trabalhistas, reduziu investimentos sociais e congelou gastos públicos, atingindo principalmente os mais pobres”, afirmou Gleisi, que completou: “O PT está convencido da importância de contribuir com esse processo de construção coletiva, que respeita a diversidade de ideias e soluções, e as diferenças regionais, raciais e de gênero que marcam nossa sociedade. O desafio está lançado e você é nosso convidado para participar dessa transformação”.

 

Confira outros destaques:

 1. Diretório Nacional do PT divulga nova Resolução Política

O PT divulgou na noite de sexta-feira (21/09) resolução política aprovada durante reunião do Diretório Nacional do partido, realizada nos dias 20 e 21 de setembro, em São Paulo. De acordo com a resolução, que manifesta apoio incondicional à candidatura Lula à presidência da República em 2018, o Diretório Nacional resolveu: Organizar a Caravana do presidente Lula no Estado de Minas Gerais, no período de 23 a 30 de outubro; organizar a visita de Lula à Reserva Nacional de Cobre e Associados (RENCA) e o Ato em Defesa da Amazônia; intensificar a divulgação nacional e internacional da campanha “Lula é Inocente”; fortalecer os Encontros Setoriais e a Campanha Nacional de Filiação; apoiar a Campanha de Assinaturas da CUT pelo Projeto de Lei de Iniciativa Popular para anular os efeitos da Reforma Trabalhista. Leia a nota na íntegra aqui.

 2. Ipsos: Desaprovação a Lula cai e rejeição a Moro dispara

Pesquisa mensal do Instituto Ipsos divulgada no domingo (24/09) mostra que a aprovação do povo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cresceu em setembro. E, enquanto Lula sobe, o levantamento apontou que a rejeição ao juiz Sérgio Moro também tem registrado forte crescimento. Segundo o Barômetro Político, a desaprovação a Moro atingiu seu recorde de 45%. Enquanto isso, a aprovação de Lula foi de 32% para 40%. Entre agosto e setembro, Lula foi o político com a maior taxa de aprovação, segundo o instituto. A rejeição a Lula também caiu. Leia mais aqui.

3. Para se livrar da 2ª denúncia, Temer vai liberar R$ 1 bilhão para deputados

Depois de ganhar carta branca do Congresso para aumentar o rombo nas contas públicas, Michel Temer não economizou e vai liberar R$ 1,016 bilhão em emendas parlamentares. Coincidentemente, o anúncio acontece após a segunda denúncia da PGR contra ele, por organização criminosa e obstrução à Justiça, ser encaminhada à Câmara dos Deputados. A maior parte desse dinheiro será destinada às emendas individuais de deputados. A desculpa usada pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, é o de que a equipe econômica de Temer não teria opção de não fazer a liberação, porque esta seria uma norma da Constituição. Leia mais aqui.

4. Casos de Alckmin e Serra na Odebrecht podem prescrever

Dez promotores do Ministério Público de São Paulo que investigam corrupção decidiram que não vão assinar um acordo com a Odebrecht para receber provas de que houve pagamento de propina em obras do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), Dersa e DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Eles dizem que não endossam o acordo de leniência porque há irregularidades no texto, como a ausência de concordância da CGU (Controladoria Geral da União) e da AGU (Advocacia Geral da União) com os termos acertados, como está previsto na legislação brasileira. Sem endossar os termos do acordo, os promotores não receberão as provas que fazem parte do trato e que serviriam para sustentar ações contra aqueles que são apontados pela Odebrecht como recebedores de propina. O resultado prático do impasse com os promotores de São Paulo é que as investigações sobre autoridades dos governos de Geraldo Alckmin e José Serra, ambos do PSDB, e da gestão de Gilberto Kassab na Prefeitura de São Paulo devem atrasar ainda mais. Há risco de prescrição em algumas ações. Leia mais aqui.

5. A estranha mudança de Janot após voltar de viagem aos EUA

Para justificar a estratégia de apocalipse e caos adotada pela Procuradoria Geral da República, disposta a destruir as maiores empresas nacionais em nome de um suspeitíssimo e partidário “combate à corrupção”, Rodrigo Janot explicou a Eugênio Aragão (segundo relato deste) que “a Lava Jato é muito maior que nós”. O que pode ser maior que a Procuradoria Geral da República, que, no Brasil, é certamente o órgão mais poderoso do país? O procurador-geral, na terra do sabiá, é um ser virtualmente inatingível. Não há, constitucionalmente, ninguém que possa acusá-lo, investigá-lo, puni-lo. O que pode, então, inspirar medo num procurador-geral da república? Depois que Janot passou, há poucas semanas, pelo Wilson Center, think tank da CIA, onde deitou falação sobre processos em curso e detonou a classe política nacional, não há mais dúvida de que a frase de Janot para Aragão significava o que já estava à vista de todos, desde que ele, Janot, tinha passado a frequentar reuniões a portas fechadas com autoridades do Departamento de Estado e Departamento de Justiça do governo dos Estados Unidos: que a Lava Jato vinha sendo, cada vez mais, controlada pelo governo americano. Leia mais aqui.

6. O agravamento da crise e Lula como saída

Duas pesquisas publicadas nos últimos dias confirmaram a tese de que houve um efeito saturação com as denúncias e ataques a Lula. A pesquisa CNT mostra que Lula venceria as eleições de 2018 em todos os cenários. E a pesquisa Ipsos mostra que a rejeição de Lula cai e que aumenta a rejeição do juiz Moro, de Dória, Bolsonaro e vários outros políticos. A falta de materialidade de provas contra Lula reforça a ideia de que ele é alvo de um ataque persecutório por parte de Moro. Somado a isso, a crise política e institucional parece não ter chegado ao apogeu e a complexidade e incertezas que ela suscita tendem a aumentar. O fato é que o golpe desorganizou o funcionamento institucional e já não há governo, não há Congresso e não há Judiciário funcionando nos parâmetros da normalidade democrática e institucional. Nem o Judiciário e nem o Congresso mostram-se capazes de solucionar a crise, que só poderá ter um início de solução pacífica se o processo eleitoral for marcado pela legalidade e legitimidade, o que implica permitir que Lula dispute as eleições. Se este é o requisito condicional de uma eleição democrática, as forças progressistas e de esquerda precisam se organizar e organizar linhas de defesa desde já para salvaguardar a democracia. Leia mais aqui.

7. Documentário sobre Mais Médicos

Na sexta-feira (22/09), foi realizado o pré-lançamento do documentário “Agentes da Vida”, que retrata a execução do programa Mais Médicos, criado em 2013 no governo da ex-presidenta Dilma Rousseff. O filme traz depoimentos de médicos brasileiros e cubanos, agentes comunitários de saúde e pacientes. “A diferença é que não trabalhamos por dinheiro, trabalhamos por amor”, relata o médico cubano Norge, durante trailer do documentário dirigido por Tarcísio Tadeu Garcia Pereira.    Criado há quatro anos e com mais de 60 milhões de brasileiros beneficiados, o programa foi idealizado pelo ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha. Em entrevista à Rádio Brasil Atual, ele destacou que o Mais Médicos melhorou a qualidade de vida da população atendida em mais de 4 mil municípios do país. Leia mais aqui.

8. Assista a reportagens pela TVT

Na TVT, você assiste às reportagens e coberturas sobre os principais temas tratados pela mídia, com uma visão progressista e independente. Acesse pelo site, Facebook ou canal do Youtube da TVT.

 

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O Banco de Políticas Públicas do PT tem como objetivos disseminar o Modo Petista de Governar e contribuir para a elaboração de projetos pelos gestores petistas. O Banco reúne experiências desenvolvidas pelas prefeituras petistas em diversas áreas temáticas. Clique aqui para acessar e conhecer os seus conteúdos.

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