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Em Pauta Conjuntura: Interino se complica

No mesmo dia em que o ministro interino da educação, Mendonça Filho, recebeu Alexandre Frota e Marcello Reis em seu gabinete, o caso estarrecedor do estupro coletivo em uma garota de 16 anos de idade veio à tona. Para quem não sabe, Alexandre Frota é alvo de processo por ter ‘confessado’ em programa de TV, ter estuprado uma mulher. Sobre isso, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) na câmara, deputado Padre João (PT-MG) emitiu, na última quinta-feira (26), uma nota de repúdio. Ao mesmo tempo, a senadora Gleisi Hoffman (PT-RS), informou que a bancada feminina no Congresso prepara nota de repúdio à cultura do estupro.

O governo Temer segue sua rotina de recuos e desmandos. Depois de destituir o antigo presidente da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) e empossar o coordenador da campanha de Aécio Neves, Laerte Rímole, Temer tem sido alvo de protestos de servidores da CGU, que consideravam o novo presidente, Fabiano Silveira, um ‘abafador’. Ao final do dia de ontem (30 de maio), no entanto, ele pediu demissão.

Sibá Machado, deputado pelo PT do Acre, publicou artigo criticando a chamada “Parceria Comercial Transpacífica” (TPP). Segundo o deputado, o objetivo dessa parceria
seria adequar a economia mundial aos interesses das multinacionais dos EUA, EU e Japão.

A operação Lava Jato, alvo de um pacto revelado pelas gravações de Sérgio Machado, continua espirrando para o lado do governo interino. O ministro Teori Zavascki homologou as recentes denúncias do ex-presidente da Transpetro. As denúncias incluem gravações com o ex-ministro interino Romero Jucá, além de
Renan Calheiros e o ex-Presidente Sarney.

O portal Carta Maior fez um editorial chamando José Serra de “chanceler do oportunismo”, afirmando que o ex-ministro de FHC está tentando ocupar o lugar de Romero Jucá no ministério interino do planejamento.