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Em Pauta Conjuntura: Imprensa tenta criminalizar atuação de Lula no exterior

O ex-presidente Lula emitiu uma nota à imprensa na última terça-feira (29), rebatendo reportagem do Estadão. O jornal apontou que o petista teria feito lobby para a Odebrecht no exterior. A empresa é investiga no âmbito da Operação Lava Jato. No informe, Lula sustentou que, enquanto presidente da República, liderou 84 delegações de empresários brasileiros em viagens por todos os continentes.

Para o Instituto Lula, “há uma repetitiva, sistemática e reprovável tentativa de alguns órgãos de imprensa e grupos políticos de tentar criminalizar a atuação lícita, ética e patriótica na defesa dos interesses nacionais, atuação que resultou em um governo de grandes avanços sociais e econômicos, com índices recorde de aprovação.”

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, condenou as tentativas de criminalização do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Isso é uma aberração. Vocês mesmos sempre glorificaram a política do (Bill) Clinton, de todos os governantes que procuram valorizar as empresas do seu país. O Lula fez isso quando era presidente e faz agora, diz ele com muito orgulho. Isso não é ser favorecido por ninguém, isso é produzir empregos aqui no Brasil”, defendeu Rui.

O líder do PT na Câmara, Sibá Machado, criticou hoje o jornal O Globo por também tentar criminalizar o trabalho que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez em dois mandatos em defesa do aumento das exportações de bens e serviços de empresas brasileiras no mercado externo: “É lamentável o papel a que se presta o jornal, que atua como instrumento político e ideológico para tentar interditar eventual candidatura de Lula à Presidência da República em 2018”.

Uma manchete assustadora, maliciosa e, por que não, criminosa. Desta forma, o senador Jorge Viana (PT), vice-presidente do Senado, interpretou a reportagem do jornal O Globo da última quarta-feira, em mais uma tentativa de criminalizar a figura pública do ex-presidente Lula. Segundo o pensamento obtuso dessa publicação, Lula cometeu crime de influência indevida durante seu governo, ao ajudar empresas brasileiras na conquista de novos clientes ou de chefiar missões comerciais com dezenas de empresários brasileiros divulgando empresas e produtos brasileiros. “A Folha de S. Paulo foi pelo mesmo caminho e o programa Bom dia Brasil, da Rede Globo, também, como num conluio, uma vergonha. Tenho vergonha desse jornalismo praticado no Brasil, que afronta a liberdade de imprensa”, disse Viana.

Outra tentativa de criminalização do ex-presidente Lula também foi por água abaixo. O Ministério Público de Portugal arquivou denúncias que citavam o ex-presidente em suposto repasse irregular para quitar dívidas de campanha. Por total falta de provas, o MP português arquivou a investigação sobre a denúncia de que a Portugal Telecom, presidida na época por Miguel Horta e Costa, teria repassado US$ 7 milhões para o Partido dos Trabalhadores.

Confira outros destaques:

1. Ministério da Saúde refuta boato sobre fim do programa Farmácia Popular

Respondendo a um pedido de esclarecimento sobre boatos que circulam a respeito de um possível fim do Farmácia Popular, o Ministério da Saúde foi enfático ao dizer que “não há nenhuma proposta do governo federal no sentido de acabar com o Programa”. O Ministério também esclareceu que o programa “segue funcionando regularmente, tendo garantido orçamento para este ano na ordem de R$ 2,8 bilhões”. Leia mais aqui.

2. Em outubro, brasileiros irão às ruas em defesa da democracia e da Petrobras

A Frente Brasil Popular (FBP) vai realizar manifestações nos dias 2 e 3 de outubro, em defesa da Petrobras e da democracia. A convocação para as manifestações foi reforçada pelo presidente do PT, Rui Falcão. O primeiro ato, no dia 2, de iniciativa da FUP e metalúrgicos dos estaleiros navais, acontecerá em Niterói, Rio de Janeiro, em defesa do regime de partilha do pré-sal e da Petrobras. O Dia Nacional de Mobilizações acontecerá no dia seguinte ao ato dos petroleiros e será realizado em todo País em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores e de reformas populares. Leia mais aqui.

3. Mercadante deixa a Casa Civil e assume a Educação

O ministro Aloizio Mercadante deixará a Casa Civil para reassumir o Ministério da Educação, ocupado por ele entre 2012 e 2014. Mercadante reuniu sua equipe na Casa Civil para comunicar a mudança e solicitar um balanço do período em que esteve à frente do ministério. O ex-senador disse aos auxiliares estar animado com a possibilidade de voltar à Educação, pasta na qual poderá comandar os projetos da “Pátria Educadora”, a maior bandeira do segundo mandato de Dilma. Leia mais aqui.

4. Suíça envia ao Brasil dados de conta usada para pagar propina a Cunha

O Ministério Público da Suíça enviou às autoridades brasileiras dados acerca de uma conta secreta atribuída ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), investigado pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da Operação Lava Jato. A conta, investigada no exterior desde abril, foi bloqueada. O MP suíço confirmou que Cunha é alvo de um inquérito sigiloso por suspeita de lavagem de dinheiro e corrupção. Leia mais aqui.

5. Petrobras confirma descoberta de novo reservatório do pré-sal

A Petrobras confirmou, na última segunda-feira (28), a descoberta de petróleo leve e de boa qualidade nos reservatórios do pré-sal no terceiro poço na área de Carcará, localizado em águas ultraprofundas da Bacia de Santos. “Esse poço comprovou a descoberta de petróleo de boa qualidade, em reservatórios carbonáticos com excelentes características, situados logo abaixo da camada de sal”, disse a Petrobras em comunicado. Leia mais aqui.

6. Nome de Richa é citado em e-mails apreendidos pela PF na Lava Jato

O nome do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foi citado em três e-mails trocados entre a secretária-executiva do presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e secretárias de presidentes das empresas Gerdau, Bunge e Suzano. Os dados constam em relatório da Polícia Federal, que apreendeu os e-mails durante buscas realizadas pela Operação Lava Jato na Odebrecht, em São Paulo, em junho. Na troca de mensagens, a secretária-executiva da Odebrecht encaminhou o currículo de Richa para as três outras empresas. Leia mais aqui.