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Em Pauta Conjuntura: Contra o golpe, por uma nova governabilidade

 

O presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, em artigo publicado nesta segunda-feira, disse que “derrotar o golpe agora abre caminho para construir uma nova governabilidade, que crie condições políticas para cumprir integralmente o programa eleito em 2014”.

O jurista Marcello Lavenère, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que assinou o pedido de impeachment do ex-presidente Fernando Collor, criticou as investidas da oposição contra a presidenta Dilma Rousseff. Para Lavenère, há um pré-julgamento da presidenta Dilma. Além disso, ele alega que o processo de impeachment não pode ser utilizado para “luta política”.

O jurista Fábio Konder Comparato, professor aposentado da Faculdade de Direito da USP, reitera sua posição publicada em outubro: “Não há nenhuma base jurídica para o impeachment agora. Meu parecer dado juntamente com o professor Celso Antônio não significa que nós somos advogados de defesa da presidente. Nós somos defensores da Constituição”, afirma.

Para o ex-ministro da Fazenda dos governos de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, Luiz Carlos Bresser-Pereira, a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, anunciado na quarta-feira (2), pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), nasce “morto”.

E não tem sido só no Brasil que a Presidenta Dilma tem recebido apoio. A coalizão governista Frente Ampla do Uruguai manifestou, neste fim de semana, solidariedade e apoio à Dilma Rousseff e ao Partido dos Trabalhadores, ao referir-se à abertura do processo de impeachment contra a presidenta.

A Presidenta Dilma também tem recebido apoio de diferentes setores população brasileira:  recebida aos gritos de “Não vai ter golpe!” ao participar da 15ª Conferência Nacional da Saúde.

Em artigo publicado neste domingo, o jornalista Fernando Morais atesta: “a presidente Dilma sairá maior da guerra” contra o impeachment. Para ele, o momento é bom para identificar “quem se alia ao oportunismo, ao gangsterismo, ao vale-tudo pelo poder”.

Partidos lançam Rede da Legalidade contra impeachment de Dilma: Proposta do PCdoB e do PDT é uma nova versão da iniciativa capitaneada por Brizola em 1961, que buscou organizar uma resistência à primeira tentativa de golpe contra João Goulart.

O Partido dos Trabalhadores divulgou, após reunião nesta sexta-feira (4), em São Paulo, resolução da Comissão Executiva Nacional da legenda.

No documento, o PT classifica como “sórdida vingança” a iniciativa do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de abrir o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.

O portal Carta Maior elaborou um extenso material sobre o impeachment no Brasil. Você acessa o material clicando aqui.

Em ato no Sindicato dos Engenheiros em São Paulo, o ex-presidente Lula convocou os movimentos sociais a se organizarem contra o impeachment: “O momento não é de brigar pra saber em qual vagão nós vamos entrar. O momento é de pôr o trem de volta nos trilhos”.

 

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