Problemas econômicos (68%), interação social (31%), (positiva – juntar-se a família, casamento, etc – 23% e negativa 10% – conflitos, mortes, etc), educação (27%), uso da terra, marcado por conflitos ou falta de terra para plantar, além de saúde (13%, ambos), são as principais razões que fazem os indígenas saírem de suas aldeias.

A grande maioria acha que a vida melhorou depois de ter vindo para a cidade (83%, 45% muito) e melhorou principalmente devido ao trabalho (52%) e qualidade de vida com mais conforto (37%), além do maior acesso à educação (33%) e saúde (19%). Entretanto,7% consideram que a vida piorou após migrarem, principalmente por que não têm terra (38%), perderam sua cultura (34%) e qualidade de vida (31%).

As melhores coisas que a CIDADE oferece, na opinião dos indígenas são trabalho (44%), educação (32%), saúde (26%) e conforto (17%). E as melhores coisas da ALDEIA são a qualidade de vida, incluindo fartura de alimentos, paz e vida saudável (45%), contato com a natureza (27%), interação social – convivência, família, respeito pelo outro (23%); relações econômicas – não precisar comprar e pagar contas (21%); costumes indígenas (21%) e liberdade( 19%).

A maior parte (61%) não recebeu nenhuma ajuda ao saírem da aldeia, e os que receberam (26%), reconhecem a ajuda da FUNAI (12%) e de amigos (8%).

A principal ajuda recebida foi para moradia e alimentos (15% e 14%), assim como foi também este o tipo de ajuda de que mais sentiram falta (31% e 29%, na ordem).

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Fonte: Portal FPA