Quando precisam tratar da saúde mais da metade dos indígenas que moram nas cidades vão à postos de saúde ou hospitais da região, pouco mais de um terço (35%) recorrem a chás, ervas e rezas dos pajés e da medicina tradicional, 18% procuram profissionais da saúde capacitados a lidar com indígenas e 5% a FUNASA.

A grande maioria dos indígenas que moram nas cidades conhece a FUNASA (92%) e metade tem uma avaliação positiva de seus serviços (18% ótima e 32% bom), muito acima da avaliação negativa de 18%.

Entre a população brasileira a avaliação da FUNASA é igualmente positiva (50%, com 8% de ótima e 42% de boa), porém o grau de conhecimento dessa entidade é significativamente menor – 57%. 43% da população brasileira não conhece, nem nunca ouviu falar da FUNASA.

Agentes de saúdes indígenas e o acesso rápido a consulta e exames são os aspectos mais importantes para a saúde indígena (21%, ambos quando considerados em primeiro lugar) sendo que na soma das menções os agentes de saúde indígenas se destacam com 57%, seguido por remédios gratuitos (53% e 13% quando em primeiro lugar) e o acesso rápido a consultas aparece em terceira posição com 51%.

Já a população brasileira vê como prioridade para a saúde indígena, além dos agentes de saúde indígenas (24% em primeiro lugar e 46% na soma das menções), postos e ambulância dentro das aldeias (20% em 1º lugar e 48% na soma das menções), médicos especialistas nas aldeias (11% e 35%) mais importante que medicamentos gratuitos (mencionado em primeiro lugar por 9% e 46%, na soma).




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Fonte: Portal FPA