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Encontro Nacional do Projeto Fé e Democracia debate moradia como direito e desafio estrutural no Brasil

24 de março de 2026 | Notícias

Evento virtual reuniu 186 participantes e destacou a centralidade da moradia na garantia de direitos e na construção de uma sociedade mais justa.

O Encontro Nacional do Projeto Fé e Democracia reuniu 186 participantes, nesta segunda-feira (23), em atividade virtual voltada ao debate sobre a moradia como direito e um dos principais desafios sociais do país.

Com o tema da Campanha da Fraternidade de 2026, “Fraternidade e Moradia – Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), o encontro promoveu uma reflexão sobre o direito à moradia e os entraves estruturais do déficit habitacional no Brasil.

A abertura foi marcada por uma mística conduzida por Manoel Cordeiro, da equipe pedagógica da Escola Nacional de Formação do PT, que evidenciou o impacto social dos dados sobre habitação. A leitura destacou que, por trás dos números, existem histórias reais de famílias em busca de dignidade.

O diretor da Escola Nacional de Formação, Osvaldir de Freitas, tratou a moradia como um direito fundamental, com dimensão social e humana. Em seguida, a secretária nacional de Finanças do PT, Gleide Andrade, apresentou os desafios para enfrentar o déficit habitacional e apontou avanços recentes nas políticas públicas federais voltadas à ampliação do acesso à habitação.

A urbanista Evaniza Rodrigues, da União Nacional por Moradia Popular, abordou a moradia como um direito humano central, diretamente ligado a outras garantias, como saúde, educação e segurança.

Já a secretária nacional de Formação e Educação Política do PT, Tássia Rabelo, destacou o caráter estratégico do Projeto Fé e Democracia, ressaltando sua contribuição para a construção de uma sociedade mais justa. Segundo ela, a escolha do tema reforça a necessidade de fortalecer vínculos sociais e o enraizamento político nos territórios.

A atividade também abriu espaço para intervenções dos participantes e foi encerrada com considerações finais que reafirmaram a importância dos movimentos de moradia na garantia de direitos e na formulação de políticas públicas.

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