Desde 1982 o PT tem representação em Câmaras Municipais, Assembléias Legislativas e Câmara de Deputados. Essas experiências, aliadas às práticas petistas em cargos executivos e à construção política do partido, constituem marca reconhecida de nossa contribuição ao avanço democrático no Brasil.

Nesta seção, a ENFPT vai apresentar conteúdos importantes sobre esta temática:

Os desafios do desenvolvimento das cidades para os programas de governo do PT

No segundo dia de debates do Seminário Nacional Desafios do Modo Petista de Governar, realizado em Porto Alegre (RS), o painel sobre Reforma Urbana reuniu cinco painelistas com a moderação do presidente do PT da Bahia, Jonas Paulo de Oliveira. Temas como redistribuição espacial, orçamento participativo, veto ao Código Florestal e resíduos sólidos deram o tom.

Economia Solidária na agenda dos candidatos do PT

A Economia Solidária foi o tema de uma das oficinas do Seminário Nacional do Modo Petista de Governar, em Porto Alegre (RS), em maio de 2012. Com a oficina os candidatos do pleito deste ano colocaram na agenda do projeto de governo o assunto.

AGORA: chat sobre O Modo Petista de Atuação Parlamentar

Dia 02/08, às 12h (horário de Brasília), na área restrita deste portal, converse com José Cavalli Junior (colaborador da ENFPT) sobre o que é e como montar uma proposta de mandato; as diretrizes que devem nortear o Modo Petista; funções específicas de vereadores e vereadoras e outros temas.

O Modo Petista de governar traduzido em experiências

O seminário e exposição O modo petista de governar reuniu prefeitos/as, deputados/as, militantes e movimentos sociais para trocar experiências exitosas nas administrações municipais petistas no estado de São Paulo e os pontos que norteam essas ações de políticas públicas.

Uma década de saudade: Celso Daniel (1951-2002)

Leia artigo de Gilberto Alvarez Giusepone Jr., Giba publicado no portal do PT. “Foi de Santo André uma das primeiras experiências do Orçamento Participativo, do governo comprometido com a transparência pública, da ampla abrangência dos direitos sociais e, mais importante, da (des)inversão de prioridades que mais tarde caracterizaria seus governos”.